Dr. Mauro Barros

Saúde Sexual Masculina

Disfunção Erétil em Maceió

Dificuldade para obter ou manter a ereção não é falta de vontade. É um sintoma, tem causa, e a causa pode ser investigada.

O que é disfunção erétil

A disfunção erétil é a dificuldade persistente de obter ou manter uma ereção firme o bastante para uma relação satisfatória. A palavra que pesa aqui é persistente. Uma falha isolada, numa noite de cansaço, álcool ou preocupação, acontece com quase todo homem e não caracteriza a condição.

O que muda o quadro é a repetição. Quando a dificuldade deixa de ser exceção e vira regra, ela passa a ser um sintoma, e sintoma se leva ao consultório.

Também é comum que a ereção não desapareça por completo: demora mais para vir, fica menos rígida, ou se perde no meio da relação. Todas essas formas contam.

A queixa aparece em qualquer idade, com mais frequência depois dos 40 anos. Esta página explica o que é, por que acontece, como se investiga e quais são os caminhos de tratamento. Cada tratamento tem a sua própria página, indicada ao longo do texto.

Por que a ereção falha

A ereção depende de vasos, nervos, hormônios e cabeça trabalhando juntos. A falha pode vir de qualquer um desses pontos, e costuma vir de mais de um.

✨

Causas vasculares

Pressão alta, colesterol elevado e aterosclerose reduzem o sangue que chega ao pênis. É o grupo mais comum no homem adulto.

Diabetes

O diabetes mal controlado afeta ao mesmo tempo os vasos e os nervos da ereção, e costuma antecipar a queixa.

Alterações hormonais

Queda de testosterona e alterações da tireoide podem reduzir o desejo e a qualidade da ereção. Aparecem no exame de sangue.

Causas neurológicas e cirúrgicas

Doenças neurológicas e cirurgias da pelve, como a retirada da próstata, podem comprometer os nervos da região.

Medicamentos em uso

Remédios para pressão, para depressão e para a próstata podem interferir na ereção. Leve a lista do que você toma.

Fatores emocionais e hábitos

Ansiedade de desempenho, depressão, cigarro, excesso de álcool e sedentarismo entram no quadro, sozinhos ou somados às causas físicas.

Um aviso que o corpo dá antes

O urologista leva essa queixa a sério mesmo quando o paciente a trata como um incômodo apenas da vida sexual: a disfunção erétil pode ser um sinal precoce de doença cardiovascular.

As artérias do pênis são mais finas que as do coração. Quando a parede interna dos vasos adoece, por pressão alta, colesterol, diabetes ou cigarro, o efeito tende a aparecer primeiro onde o calibre é menor. Por isso a dificuldade de ereção pode surgir antes de qualquer sintoma cardíaco.

Isso não quer dizer que todo homem com disfunção erétil tenha doença do coração. Quer dizer que a consulta é uma boa ocasião para olhar pressão, glicemia, colesterol e peso, e para encaminhar ao cardiologista quando houver razão. Procurar ajuda cedo, portanto, não é só sobre vida sexual.

Como a investigação é feita

O objetivo da primeira consulta não é entregar um tratamento pronto. É encontrar a causa, porque é dela que sai a conduta.

Conversa e história clínica

Quando começou, se foi de uma vez ou aos poucos, se acontece em todas as situações, se há ereção ao acordar, que doenças e medicamentos existem. É a parte que mais orienta o diagnóstico.

Exame físico

Avaliação geral, exame genital e da próstata quando indicado, além de pressão arterial e medidas que falam da saúde dos vasos.

Exames de sangue

Glicemia, perfil lipídico, testosterona e outros conforme o caso, para encontrar causas tratáveis que o exame físico não mostra.

Doppler peniano

Quando é preciso medir o fluxo de sangue do pênis, o exame indicado é o doppler peniano com fármaco indução, feito em consultório.

O panorama dos tratamentos

Não existe tratamento único para disfunção erétil. Existe uma escala, que começa pelo mais simples e reversível e avança conforme a causa e a resposta de cada paciente. Essa resposta varia de pessoa para pessoa, e alinhar o que esperar faz parte da consulta.

Controle das causas de base. Ajustar pressão, glicemia e colesterol, parar de fumar, reduzir o álcool, voltar a se exercitar e dormir melhor. Parece pouco e não é: em muitos casos é o que sustenta qualquer outro tratamento. Quando um remédio em uso contribui para o quadro, a troca é discutida com o médico que o prescreveu.

Medicamentos para ereção. Os comprimidos mais conhecidos agem no momento da relação e ajudam boa parte dos pacientes, mas não tratam a causa. Exigem avaliação médica, principalmente em quem usa medicação para o coração.

Reposição hormonal. Indicada apenas quando o exame mostra deficiência de testosterona, sempre com acompanhamento.

Injeções intracavernosas. Medicação aplicada no próprio pênis, alternativa para quem não responde ao comprimido.

Apoio psicológico ou terapia sexual. Indicado quando o componente emocional pesa.

Ondas de choque de baixa intensidade. Terapia aplicada em consultório, que atua sobre a circulação peniana. Como funciona, para quem é indicada e como são as sessões está na página de ondas de choque focais.

Prótese peniana. A opção cirúrgica, reservada a casos graves ou que não responderam às anteriores. Os modelos, como é a cirurgia e como é a recuperação estão na página de tratamento cirúrgico com prótese peniana.

Para quem passou por cirurgia de próstata, o cuidado tem nome e protocolo próprios, descritos na página de reabilitação peniana. O artigo disfunção erétil tem cura? aprofunda o tema no blog.

Perguntas que chegam antes da primeira consulta

Falhar uma vez já significa disfunção erétil?

Não. Episódios isolados fazem parte da vida de qualquer homem e costumam ter explicação simples, como cansaço, bebida ou estresse. O que define a disfunção erétil é a persistência. Quando a falha passa a acontecer na maioria das vezes, vale marcar uma avaliação.

Sou jovem. Disfunção erétil acontece antes dos 40 anos?

Acontece. Em homens mais jovens o componente emocional costuma pesar mais, com destaque para a ansiedade de desempenho, mas causas físicas também aparecem nessa faixa de idade. Por isso a investigação é a mesma. Atribuir tudo ao nervosismo sem avaliar é o que faz passar despercebida uma causa tratável.

Tenho ereção ao acordar. Isso descarta um problema físico?

É uma informação útil e o médico vai perguntar por ela, porque sugere que o mecanismo da ereção está preservado. Mas não descarta nada sozinha: é um dado dentro da consulta, lido junto com o restante da história e dos exames.

Vou acabar precisando de cirurgia?

A investigação não começa pela cirurgia. O caminho usual parte do controle das causas de base e das opções clínicas, e só avança para a prótese peniana nos casos graves ou que não responderam às etapas anteriores. A conduta é definida depois do diagnóstico e discutida com você.

Preciso levar minha parceira ou meu parceiro à consulta?

Não é obrigatório. A consulta é sigilosa e você pode vir sozinho. Quando a pessoa com quem você se relaciona quer participar, a conversa costuma render e reduz a cobrança de parte a parte.

O que levar para a primeira consulta?

A lista dos medicamentos que você usa, os exames de sangue recentes que tiver em mãos, o histórico de doenças como pressão alta e diabetes, e relatórios de cirurgias anteriores da pelve, se houver. Nada disso é pré-requisito para marcar, mas encurta o caminho até o diagnóstico.

Dr. Mauro Renato Amorim de Barros, com uma trajetória sólida na medicina, construiu sua carreira com dedicação à saúde e ao bem-estar de seus pacientes. Especialista em urologia, alia conhecimento técnico, constante atualização e uma abordagem humanizada, oferecendo um atendimento preciso e acolhedor.

Os demais procedimentos da área estão reunidos no hub de tratamentos do pênis.

Dr. Mauro Barros | Urologista em Maceió | CRM/AL 6471 | RQE 4918

Dr. Mauro Barros, urologista em Maceió

A primeira consulta serve para encontrar a causa. A conversa é sigilosa.

Fale com a gente

Preencha os dados abaixo. Retornamos o seu contato ainda hoje, em horário comercial.